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Patrick Geryl é autor de nove livros escritos em holandês, e publicados em alemão. Todos eles
se converteram em bestsellers. Desde sua infância se interessou profundamente pela astronomia e até o
presente, estudou centenas de publicações e livros sobre o tema.
Em seu primeiro livro publicado sobre astronomia: A New Space-Time Dimension (Uma nova
dimensão de tempo e espaço, 1979), lançou um ataque a mundialmente famosa teoria da relatividade e
predisse numerosas mudanças no universo.
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Suas predições se confirmaram nos últimos dez anos, com
o que obteve grande publicidade na imprensa belga.
Seus descobrimentos sobre o Fim dos Tempos em 2012 o impulsionaram a iniciar uma intensa
investigação que se dedicou em três livros. O primeiro deles, A profecia de Órion, foi publicado nos EUA
e traduzido e editado na Polônia.
Eis o que Patrick Geryl
fala no seu livro sobre o fim do mundo em 2012:
Um terrível segredo do passado
Ao comparar a informação das veneráveis escrituras com os dados de outros livros que leio,
muitas coisas se esclarecem. Surge que uma luz incandescente alcançou a Terra. Segundo os maias,
produziria-se uma mudança nos pólos magnéticos do Sol no ano 2012. Então, do interior do Sol,
liberar-se-ão enormes forças eletromagnéticas com um poder desconhecido. Labaredas gigantes do Sol
enviarão uma descomunal onda de partículas à Terra.
Este fenômeno se observou recentemente e se confirmou em dois sóis. Durante várias horas
exibiram uma atividade explosiva, depois da qual retornaram a seu estado normal. Os astrônomos se
perguntavam se este seria um acontecimento único ou se poderia ocorrer mais freqüentemente. Podem
estar seguros de que voltará a ocorrer! Nosso Sol também mostra este tipo de padrão.
As partículas que são expulsas farão que a atmosfera da Terra "entre em chamas" com um
efeito verdadeiramente destrutivo nas Bandas de Van Alien [Ver N. da T]*. Devido ao contínuo fluxo
de eletromagnetismo, o campo magnético da Terra se sobrecarregará, trilhões de partículas chegarão aos pólos e gerarão desconhecidas forças elétricas, em resumo, um pesadelo para todos.
Quando os
pólos se encham de auroras das partículas que caem, o inevitável acontecerá: o campo interior
eletromagnético da Terra se sobrecarregará e estalará, sendo isto um mega circuito curto com efeitos
super letais. Toda a atmosfera do planeta sem um amparo magnético, será bombardeada por partículas
que caem.
O campo magnético da Terra funciona para nos proteger, dirigindo partículas
eletromagnéticas aos pólos, mas isto se tornará impossível. As partículas vão penetrar na Terra de todas
as partes, gerando uma intensa radiação, tanto em luminosidade como em radioatividade. O céu
completo poderia descrever-se como se ardesse com toda intensidade, ou como dizem as sagradas
escrituras: "a luz das luzes se encontra ao redor do mundo, agora". E esse é o prelúdio do cataclismo.
O
núcleo de ferro da Terra é magnético; devido ao deslocamento do núcleo magnético, a Terra começará
a mover-se para o outro lado. Em conseqüência, a crosta terrestre exterior se arrancará, em outras
palavras, ficará "flutuando", solta, já não estará obstinada a seu "padrão". Se você se encontrar no
planeta nesse momento, este se inclinará uns milhares de quilômetros em um par de horas.
Ao olhar o
céu parecerá que este "vem abaixo", como o descrevem as antigas escrituras. Produzir-se-ão sismos
gigantescos. As lâminas terrestres se moverão, as montanhas se elevarão ali onde não havia nada, partes
da terra se abrirão e paralisarão, as montanhas vão desmoronar-se, a terra se afundará no oceano e os
vulcões entrarão em erupção em muitos lugares. Em resumo, o pior dos pesadelos não poderia ser tão
terrível para descrever a destruição deste mundo.
A data correta
Com nosso giro retrógrado de Vênus em cima de Órion, temos o ano correto. O giro também
sugere que o dia correto deve estar próximo a dezembro. Outros astrônomos acharam uma conexão
entre Vênus e as Plêiades, e o último dia do calendário maia.
As Plêiades estavam fortemente associadas
com o maior dos deuses celestiais maias, conhecido como
Itzamna. Ele reinou nos céus e foi também o deus do eixo da Terra, que tinha suprema importância. Conforme sabemos agora, a Terra logo sofrerá
um deslocamento de seu eixo. Os maias acreditavam que houve uma grande destruição e morte ao final
de cada um dos mundos anteriores, e nós sabemos que é certo e que voltará a acontecer no ano 2012.
Esta data se encontra alarmantemente próxima; translada-se a nosso calendário gregoriano justo antes
de pôr-do-sol, hora da América Central, o 21-22 de dezembro de 2012. Nesse momento, Vênus se
afundará sob o horizonte ocidental e ao mesmo tempo as Plêiades se elevarão pelo horizonte oriental.
Simbolicamente falando, veremos a morte de Vênus e o nascimento das Plêiades. No momento em que
o Sol realmente afunde-se, Órion elevar-se-á. Em uma linguagem figurativa isto nos dá um novo ciclo
de precessão.
Para os maias, o Sol, Órion, as Plêiades e Vênus eram de importância excepcional, de modo que
construíram vários templos com uma extrema precisão, a fim de seguir a passagem destes corpos
celestes. Mas o que tem com os egípcios? Logo depois de estudar isto em profundidade, achei a
surpreendente resposta: Eles tinham o mesmo código!
Eis aqui os
achados de
Patrick Geryl:
- Os egípcios incorporaram Vênus no código do zodíaco e o empregaram, como os maias, para achar
o ano da grande catástrofe. Mais ainda, o Sol, Órion e as Plêiades são de suma transcendência. As
Plêiades estão associadas com Seth, quem infligiu o golpe mortal em Órion.
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- No Livro Sagrado está claramente escrito que Osiris (Órion) e Seth (as Plêiades) são oponentes entre
si em sua luta pelo império. Na linguagem astronômica, isto significa que estão em oposição. Mais
ainda, Órion está vinculado com o Sol. No ano 2012, quando chegar o fim dos tempos, Órion e o Sol
achar-se-ão em oposição com as Plêiades e Vênus.
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- Em 2012, ao final do calendário maia, Vênus estará entre Escorpião, a Serpente e
Ophiuchus. Segundo a mitologia, Ophiuchus salvou o caçador Órion, esmagando o Escorpião com seu pé. Uma
explicação plausível disto pode achar-se nos acontecimentos durante o desaparecimento da Atlântida.
Quando Escorpião apareceu no horizonte ocidental, Órion morreu no Este e logo desapareceu. Em
outras palavras: Escorpião deu uma dentada mortal em Órion, então se produziu o cataclismo; o Este
se converteu no Oeste e vice-versa. Na linguagem astronômica: Órion reapareceu no Oeste sobre o
horizonte, enquanto Ophiuchus empurrava Escorpião sob a terra, pelo Este. No ano 2012, logo do
próximo cataclismo, acontecerá o contrário.
Conclusão: Os maias, igual aos egípcios, calcularam a mesma data do final do mundo. Considerando a
grande diferença no tempo de sua hegemonia e seus distintos calendários, trata-se um pouco
extremamente assombroso.
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