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O País do Futuro


Mario Henrique Simonsen

"No Brasil até o passado é incerto." 

Mario Henrique Simonsen

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Brasil, o País do Futuro ou o País da Falta?

Por Jeferson Campano - Julho de 2011 > Pensamentos e Opiniões

As "Faltas" que atrasam o crescimento do país e diminuem a qualidade de vida dos brasileiros

Brasil, o país do carnaval, do futebol e também o país do futuro. O forte crescimento econômico faz parecer que agora o "negócio vai", e que definitivamente estamos no rumo certo para transformar o Brasil em país de primeiro mundo - o sonho de todos os brasileiros. Mas a boa fase econômica não pode "cegar" a nossa sociedade e precisamos cada vez mais, nos atentar ao que está acontecendo e analisar com atenção como o Brasil está se desenvolvendo neste novo cenário mundial. Precisamos olhar para debaixo do tapete e ver todo o lixo que está escondido, seja por interesses políticos e/ou econômicos momentâneos.

A nós brasileiros, interessa o desenvolvimento sustentável em longo prazo. De nada adianta subir a montanha rapidamente, apenas para depois cair no abismo econômico e social. Nós já vimos essa história antes(veja quadros abaixo). O crescimento econômico não pode e nem deve "cegar" a maioria dos brasileiros sobre a real situação do país.

O Brasil da década de 70:

Em todas as análises, os anos 70 são descritos como uma época de crescimento econômico vertiginoso, rotulada de “década do Milagre Brasileiro”. Para melhor ou pior, parecia que tudo no país alcançava índices jamais vistos ou previstos. Nas cidades, o contingente populacional explodia, e surgiam novos desafios, provocados pelas enormes aglomerações. Havia também um boom na construção civil, fosse de residências (num processo coordenado pelo BNH), fosse de grandes obras que davam continuidade aos investimentos estatais em setores básicos como, por exemplo, a energia e os transportes. A produção industrial se ampliava a todo o vapor, e as exportações batiam recordes. 
Fonte:
Relatório do site BNDES

O Brasil da década de 80:

A interrupção na década de oitenta, de uma longa história de crescimento que caracterizava o Brasil, é resultado de um amplo conjunto de causas entre as quais, o peso insustentável da dívida externa, o imobilismo gerado por uma excessiva proteção à indústria nacional, o fracasso dos programas de estabilização no combate à inflação e o esgotamento de um modelo de desenvolvimento, baseado fundamentalmente na intervenção generalizada do Estado na economia, esgotamento esse assente na crise do Estado brasileiro que diminuiu sensivelmente a sua capacidade de investimento, retirando-lhe o grande papel de principal promotor do desenvolvimento. No entanto, é no seu aspecto financeiro que a crise se torna mais aguda, levando a economia a uma espiral inflacionária, que provocou uma queda nos níveis de poupança do sector público, criando um ambiente de incertezas que dificultou a retomada dos investimentos e continua a provocar o alargamento dos desníveis sociais, com consequências imprevisíveis no futuro. 
Fonte:
Relatorio "A Economia Brasileira na Década de 80: consequências da crise da dívida externa, inflação e crise do Estado"

Os outros países em desenvolvimento, nossos concorrentes no cenário mundial, estão investindo forte em educação e infraestrutura, e temo que não estamos seguindo os mesmos passos de nossos "companheiros" emergentes. Se nada mudar, no futuro poderemos apenas lamentar o nosso fracasso em não saber aproveitar esta nova oportunidade, e olhar à distância, nossos companheiros emergentes desfrutando dos resultados de décadas de investimentos pesados em capital humano, tecnologia, ciência e infraestrurura.

As faltas que atrasam o crescimento e o desenvolvimento do Brasil:

> Falta Educação

Infelizmente, no quesito mais importante para se criar uma nação forte e desenvolvida, o Brasil caminha a passos de tartaruga. Segundo especialistas, a ser mantido o atual ritmo, o Brasil deverá atingir um nível educacional satisfatório em cinquenta anos. Os mais otimistas, falam em duas décadas. Para erradicar o analfabetismo, de acordo com estimativa do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), a previsão também é de vinte anos. Todos os especialistas são unânimes: se quisermos caminhar em direção a uma educação pública de qualidade, não poderemos seguir no ritmo atual. É preciso caminhar mais rápido.

O governo vem criando mecanismos para tentar medir a qualidade da educação no Brasil, e os números não são nada bons:

O Índice de Desenvolvimento da Educação (Ideb), criado pelo governo federal para funcionar como um termômetro do ensino público do país, divulgou em 07/2010 os resultados de sua edição 2009, revelando um retrato preocupante do setor. Numa escala de 0 a 10, apenas 5,7% das escolas conseguiram alcançar a nota 6. Nas séries iniciais do ensino fundamental (do primeiro ao quinto ano), a média ficou em 4,6 pontos, enquanto nas séries finais (do sexto ao nono), caiu para 4 pontos. No ensino médio, o cenário mais alarmante: 3,6 pontos.

Outro dado preocupante são os resultados do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que apontam a grande diferença de qualidade entre escolas públicas e privadas. Entre as 1000 melhores escolas do país, 91% são particulares. Entre as dez primeiras, apenas uma instituição pública. O dado espanta ainda mais quando se constata que o ensino público no Brasil abarcaOutro dado preocupante são os resultados do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), apontam para a grande diferença de qualidade entre escolas púplicas e privadas. Entre as 1000 melhores escolas do país, 91% são particulares. Entre as dez primeiras, apenas uma instituição pública. O dado espanta ainda mais quando se constata que o ensino público no Brasil atende a 86% dos estudantes.

Outro desafio da educação no Brasil é o alto índice de analfabetismo, que ainda figura entre os mais elevados do mundo: 11% da população acima de 15 anos não sabe ler e escrever adequadamente. O índice coloca o país em 9º lugar no ranking de analfabetismo da América Latina, atrás, entre outros, de Suriname (10,4%), Colômbia (7,2%), Chile (4,3%) e Argentina (2,8%). Não bastasse isso, cerca de 15% da população com idade entre 15 e 24 anos é considerada analfabeta funcional - ou seja, são pessoas que frequentaram a escola, mas conseguem apenas ler apenas textos curtos, como cartas, e lidar com números em operações simples, como o manuseio de dinheiro.

Entidades internacionais também apontam para a péssima qualidade do ensino no Brasil, como por exemplo o relatório da Unesco de 2010, mostrando que os  índices de repetência e abandono da escola no País são os mais elevados da América Latina.

Para baixar o relatório completo da Unesco 2010 CLIQUE AQUI.

Com índices de repetência e abandono da escola entre os mais elevados da América Latina, a educação no Brasil ainda corre para alcançar patamares adequados para um País que demonstra tanto vigor em outras áreas, como a economia. Segundo o Relatório de Monitoramento de Educação para Todos de 2010, da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco), a qualidade da educação no Brasil é baixa, principalmente no ensino básico.

O relatório da Unesco aponta que, apesar da melhora apresentada entre 1999 e 2007, o índice de repetência no ensino fundamental brasileiro (18,7%) é o mais elevado na América Latina e fica expressivamente acima da média mundial (2,9%). O alto índice de abandono nos primeiros anos de educação também alimenta a fragilidade do sistema educacional do Brasil. Cerca de 13,8% dos brasileiros largam os estudos já no primeiro ano no ensino básico. Neste quesito, o País só fica à frente da Nicarágua (26,2%) na América Latina e, mais uma vez, bem acima da média mundial (2,2%). Na avaliação da Unesco, o Brasil poderia se encontrar em uma situação melhor se não fosse a baixa qualidade do seu ensino. Das quatro metas quantificáveis usadas pela organização, o País registra altos índices em três (atendimento universal, igualdade de gênero e analfabetismo), mas um indicador muito baixo no porcentual de crianças que ultrapassa o 5º ano. Problemas que a educação brasileira ainda enfrenta, a estrutura física precária das escolas e o número baixo de horas em sala de aula são apontados pelos técnicos da Unesco como fatores determinantes para a avaliação da qualidade do ensino.

> Falta Infraestrutura

As empresas que fornecem transporte de cargas terrestres no Brasil também sofrem com a falta de infraestrutura. Segundo dados oficiais, 65% do transporte de cargas do Brasil é feito por rodovias e 30% dos veículos que transitam nas rodovias brasileiras são caminhões. Para um país que utiliza pesadamente as estradas para transportar grande parte de tudo o que é produzido, estas deveriam estar em ótimas condições, bem sinalizadas e seguras, certo? Errado! Segundo dados do Dnit, 87% das estradas brasileiras não têm qualquer tipo de pavimentação. É isso mesmo que você leu, e para ficar mais claro vou repetir: 87% das estradas brasileiras não têm qualquer tipo de pavimentação.

O Brasil também gasta mais do que deveria apenas na manutenção das estradas pavimentadas. Segundo cálculo do Banco Mundial (Bird), o Brasil gasta anualmente R$ 5 bilhões apenas para a manutenção das estradas. 

Os buracos que vêm e vão, representam um grande peso para o bolso do contribuinte. Segundo Cláudia Viegas, pesquisadora da LCA Consultores "esse desperdício de dinheiro público se deve a erros na contratação de obras e a critérios técnicos rígidos dos órgãos de fiscalização". Segundo ela, "baseados no argumento de coibir desvios de recursos e presos a padrões genéricos, autoridades aplicam a regra do menor preço sem considerar características regionais e exigências técnicas da estrada. "A manutenção recorrente pode denunciar falha na concepção do projeto ou falta de especificações em contratos que contemplem variáveis como clima, tipo de solo e tráfego". 

Segundo uma pesquisa realizada em 2010 pelo instituto Ilos, com cerca de 15 mil profissionais de logística das maiores empresas do Brasil, revelou que 92% deles apontaram a má conservação das estradas como o principal problema de infraestrutura do país. A malha rodoviária insuficiente foi citada por 68% dos entrevistados. 

Como você pode ver, Os números não estão nada bons para as estradas brasileiras, mas pelo menos em uma das estatísticas nós somos campeões mundiais: a de roubo de cargas. Sim, infelizmente o Brasil sustenta o "troféu" de campeão mundial em roubo de cargas. O estado com maior número de ocorrências é São Paulo, seguido pelo Rio de Janeiro. Como consequência, os custos de transporte aumentam absurdamente, encarecendo o produto final, que você e eu compramos. Eis aí mais uma parte do famoso "Custo Brasil". 

Ainda segundo o presidente da Associação Internacional de Transportes Aéreos (Iata), Giovanni Bisignani:

"O Brasil, apesar de ser o país da América Latina que mais cresce, tem na infraestrutura aeroportuária um "desastre crescente", com problemas como atraso e cancelamento de voos, extravio de bagagens e prática de overbooking, sem citar a saturação de terminais."

Saneamento Básico - A falta de saneamento básico, além de diminuir drasticamente a qualidade de vida da população, também consome volumosos recursos do dinheiro público. Segundo estudo da Coordenação de Pós graduação e Pesquisa em Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, 68% das internações nos hospitais públicos são decorrentes de doenças provocadas por água contaminada.

O professor Paulo Canedo, coordenador do levantamento, informa que o Ministério da Saúde gasta R$ 250 milhões por mês para atender a estes casos. De acordo com ele, 40 milhões de brasileiros não têm acesso a água tratada e somente 6 por cento do esgoto produzido é tratado. Estes números, segundo Canedo, deixam o Brasil com um dos piores indicadores da América Latina

Para o professor, investir em saneamento é economizar dinheiro público. "Há uma afirmativa clássica de que cada dólar gasto em saneamento provoca uma economia de U$ 4 a U$ 5 para os governos" e quando aprofundamos o estudo confirmamos essa máxima , informa o pesquisador. Paulo Canedo disse ainda que o setor de saneamento brasileiro não necessita somente de investimento. "É preciso organizar e modernizar o setor, além de estruturar um plano de revitalização das empresas de saneamento", alerta. Para ele, não existe um planejamento de longo prazo para o setor de saneamento. O professor estima que o País teria de investir R$ 180 bilhões para poder melhorar a situação do saneamento básico, garantindo para toda a população água, tratamento de esgoto e coleta de lixo. 

O instituto Trata Brasil realizou um importante estudo que avalia o esgotamento sanitário inadequado e impactos na saúde da população. Os dados do estudo apontam uma clara evidência entre a falta de saneamento básico e maior degradação da saúde da população, principalmente nas crianças.

Para baixar o relatório completo com os dados do estudo CLIQUE AQUI.

> Falta Segurança

A falta de segurança é outro problema crônico no Brasil. Segundo reportagem do jornal Folha de Rondônia, o Brasil registra por dia nada menos que 300 assassinatos. São 9 mil mortes violentas por mês; 108 mil ao ano. Num período de 12 meses, a violência nas cidades brasileiras mata o dobro do número de soldados americanos mortos em 10 anos da Guerra do Vietnã. Em 7 anos de guerra no Iraque, o número de civis mortos está entre 97 mil e pouco mais de 106 mil, de acordo com a ONG Iraq Body Count. Em outras palavras, aqui no Brasil nós também estamos em guerra, mas ninguém quer declarar abertamente este fato.

Novas técnicas são testadas e aplicadas pelos bandidos criativos do Brasil. Roubar relojoarias em Shopping centers, explodir caixas eletrônicos e arrastões em restaurantes são as "técnicas" que estão sendo testadas e aprimoradas no momento e as estatísticas estão a favor dos criminosos.

No Brasil, apenas 10% dos crimes de homicídio são solucionados. Em alguns estados, esse percentual é bem menor. No Rio, apenas 4,5% dos assassinatos são esclarecidos e os autores, identificados. Os dados indicam que entre 60% e 70% dos inquéritos policiais são arquivados por falta de provas. Já nos Estados Unidos e no Reino Unido, a maioria dos crimes é desvendada, atingindo índice de 70% e 90% dos casos, respectivamente.

A violência não dá tréguas e ataca qualquer um, de qualquer classe social. Até o nosso vice-presidente sofreu uma tentativa de assalto quando passava por São Paulo (Veja reportagem completa no G1). Seus seguranças reagiram rapidamente e botaram o bandido pra correr. Mas e você, se um dia for abordado por um delinquente, seus seguranças estarão prontos para agir rapidamente? O quê? Você não tem seguranças particulares? Como Assim?

> Falta Agilidade e Eficiência: A Burocracia

Quem administra uma empresa no Brasil sabe a dor de cabeça que é ter que lidar com a terrível burocracia deste país. Toneladas de declarações, obrigações acessórias, direitos trabalhistas, regulamentação diante dos órgãos municipais, estaduais e federais, concessão de alvarás, dentre outras formalidades roubam tempo, dinheiro e paciência das empresas brasileiras. Apenas para lidar com a burocracia excessiva, as empresas precisam contratar mais funcionários, encarecendo ainda mais as suas operações, e como bem sabemos, todos esses custos são repassados aos produtos e serviços que, novamente, você e eu consumimos.

De acordo com o estudo International Business Report (IBR) 2011 da Grant Thornton, excessivas regulações e a burocracia são os principais fatores que deve limitar a capacidade de crescer e expandir os negócios das empresas brasileiras em 2011 (50%). O resultado está bem acima da média global de 31%. De 39 economias participantes, o Brasil está atrás apenas da Grécia (57%) e Polônia (52%).

Segundo Um estudo feito pela Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) em 2010, revelou-se que a elevada burocracia influencia negativamente as ações de governo e a competitividade do país.

O estudo conclui:

"A necessidade de desburocratizar o Brasil é urgente. A burocracia impõe elevados custos econômicos e sociais para o país, reduzindo a sua competitividade, a possibilidade de oferecer melhores condições de bem estar social à população e melhores condições de infraestrutura e um ambiente de negócios mais estável às empresas. O esforço deve ocorrer nas três esferas da administração pública e nos sistemas legislativos, judiciários e tributários, a fim de aumentar a eficiência do setor público, destravando o desenvolvimento econômico do país."

E agora, a principal falta:

> Falta Vergonha na Cara

Novos governos são eleitos, novas pessoas assumem os cargos, mas a corrupção e a falta de vergonha na cara é a mesma. Partidos sedentos por cargos no governo, trocam seus "ideais" por dinheiro. Todos querem fazer parte do governo, votando com ele e apoiando os seus projetos, em troca de "cargos", ministérios, uma estatal ou qualquer outro "favor" onde se possa desviar volumosos recursos do suado dinheiro do povo brasileiro. Dinheiro esse que vai para partidos, empresas e pessoas corruptas. Quando alguém é "pego com a boca na botija", apenas dizem: "Isso é perseguição política!". É isso, todos os casos de corrupção no país se resumem a "perseguição política". O Sr. Paulo Maluf nega até hoje que tenha dinheiro no exterior; O Lula disse que não sabia do "mensalão" - e todos "fingem" que acreditam. 

Corruptos são pegos e depois de algum tempo voltam para cargos importantes indicados pelos "amigos" do governo, e quando pior, são eleitos novamente para cargos importantes pela população ignorante. Os números da corrupção aumentam mais e mais e aos poucos vamos nos "acostumando" com eles. Antes eram dezenas de milhares, depois passaram para milhões e agora estão em centenas de milhões ou até já chegando nos bilhões. Diariamente vemos notícias de prefeitos sendo presos, acusados de desvio de verbas, enquanto suas cidades "caem aos pedaços" e a população sofre com a falta de tudo - e ninguém fica com o "rosto corado" por isso.

> Conclusão

Ficar apenas sentado no banco da praça dando milho aos pombos não resolve o problema das faltas no Brasil. Precisamos cobrar resultados de nossos governantes. Precisamos esquecer essa conversa de "País do Futuro" e lutar para que o Brasil se torne o Pais do Presente, pois o futuro, como você já sabe, nunca chega. Devemos mais do que nunca, perguntar do fundo de nossos corações: Que país queremos deixar para nossos filhos? O país das faltas, ou o país da abundância?

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